Sábado, Setembro 26, 2020
Muitas vezes associado à tradição oral, o Conto é um dos géneros literários mais antigos, tendo evoluído ao longo dos séculos para formas muito diversas, razão que o torna um género muito difícil de caracterizar, ou catalogar numa corrente...
Ao adjectivo kafkiano está associada em grande medida a obra O Processo. Kafkiano é algo absurdo, surreal, confuso, ilógico, mormente associado à burocracia. Porém quando penso no adjectivo kafkiano é Na Colónia Penal que penso. Na colónia penal há...
«Mais lágrimas são choradas por súplicas atendidas do que por aquelas que não o são». Súplicas Atendidas, de Truman Capote, traz como aviso estes versos de Santa Teresa. Esta foi a obra derradeira de Truman Capote, a obra megalómana...
Opus Pistorum, de Henry Miller, começa com epígrafe de Canterbury: «Drop your cocks and grab your socks»* E durante três centenas de páginas faz-se o contrário: tiram-se as meias e pega-se nas piças. Assim mesmo, para que ninguém comece...
A história de O Outono em Pequim, de Boris Vian, não é no Outono, e muito menos em Pequim, mas Boris Vian tem alguns dos títulos mais fantásticos, ou estrambóticos, palavra que a porcaria do corrector ortográfico não conhece,...
Quando comprei Lolita, de Vladimir Nabokov, nunca tinha ouvido falar nem do livro nem do autor - nem sequer tinha visto nenhuma das adaptações cinematográficas. Nem imaginava qual fosse o conteúdo. Era uma edição daquelas que se vendem com...
Origem da palavra «distopia» e uma definição de romance distópico A palavra distopia e suas derivadas, no sentido aqui utilizado para definir um conjunto diverso de romances, não se encontra na maioria dos dicionários, tanto da língua inglesa (onde foi...
Ninguém Escreve ao Coronel foi o primeiro livro que li de Gabriel García Márquez. Nunca gostei do título em português, nem sei porque decidiram traduzi-lo assim do original em castelhano El coronel no tiene quien le escriba. Ninguém escrever...
(7) Comprei A Criação do Mundo, de Miguel Torga, numa Feira do Livro Usado, em Coimbra. Não sei se haveria algum livro na Feira que tivesse sido usado noutra função que não a de enchimento de estantes de livrarias...
Fome, de Knut Hamsun. O meu exemplar é de uma edição Brasileira, com tradução do poeta Carlos Drummond de Andrade. Capa dura, castanha, a imitar pele. É um excelente livro, que não haja dúvida. Embora o papel já esteja...
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